ZUENIR VENTURA é jornalista e escritor, além de colunista do Jornal O Globo e da revista Época. A crônica "A nossa bela vista" foi publicada originalmente no Jornal O Globo de 30 de março de 2002.
Quando se sai de férias e viaja, e eu estou fazendo as duas coisas, não se sabe se é melhor a ida ou a volta. Nos dois casos, há uma certa confusão de sentimentos: pena de sair, achando que vai acontecer uma porção de coisas sensacionais enquanto a gente estiver fora, e vontade de se desligar de tudo, não saber de nada, viver outra vida, nem que seja por uma semana. Depois, a mesma coisa: é ótimo chegar, mas em geral as férias terminam no melhor da festa.
Vai ver que é por isso que o governo quer votar logo o projeto que flexibiliza as leis trabalhistas, acabando com essa anacrônica folga de 30 dias corridos. Por que não dividi-la em cinco ou seis vezes? Afinal de contas, o presidente não precisa de férias para viajar ao exterior.
Do que mais sinto falta — falta, não saudade — é da paisagem. O olhar é o sentido que mais se ressente lá fora. Fazem falta as montanhas, o mar, a luminosidade, o pôr-do-sol no Arpoador, a praia amanhecendo. Depois vêm, num belo sincretismo sensorial, misturando tudo, os sons de todo dia, o cheiro de maresia, o calor do sol na pele, o gosto de certas comidas. Mas a vista está em primeiro lugar. Daí eu ter acompanhado com interesse essa campanha A Maravilha do Rio, para eleger o símbolo mais querido da cidade, entre seis opções: Pão de Açúcar, Corcovado, Lagoa Rodrigo de Freitas, Baía de Guanabara, praias e o estádio do Maracanã.
Não é uma escolha fácil, já que poucas cidades têm tantos cartões-postais naturais como essa nossa, espremida entre a montanha e o mar, onde vigora mais o espaço do que o tempo, mais a geografia do que a história. O arquiteto Augusto Ivan observou muito bem que, ao contrário de Paris, Nova York, Roma, Veneza, Londres, que evocam “imagens sólidas, concretas”, o Rio “traz imediatamente à lembrança o sol, a mata, as montanhas, depois, talvez, o resto, tamanha a força da natureza carioca”.
Se fosse para escolher somente entre os ícones inevitáveis, acho que ficaria mesmo com o Corcovado, pelo carisma, universalidade, carga de significados e por ser a melhor síntese simbólica do Rio. Com todo respeito, porém, se pudesse fazer uma mudança, poria São Sebastião no lugar do Cristo. Acho que o nosso padroeiro tem mais a ver com o carioca. Mártir, estóico, resistente e zen, ele representa melhor o espírito de uma cidade tão sofrida, toda flechada ao longo de sua história, até hoje.
De qualquer maneira, o Corcovado e o Pão de Açúcar têm sido unanimidade entre os viajantes estrangeiros, ou quase, pois há quem não goste. O antropólogo francês Lévy-Strauss, por exemplo, autor de “Tristes trópicos”, não achou bonita a Baía de Guanabara e escreveu que aqueles dois cartões-postais eram “cacos perdidos nos quatro cantos de uma boca desdentada”. Onde ele viu uma boca sem dentes outros, inclusive compatriotas seus, perceberam que havia ali a evocação metafórica de ventre e útero, convidando, com suas sendas, reentrâncias e depressões profundas, ao gozo de viajantes e forasteiros. Se não fosse implicância, a gente poderia dizer que esse antropólogo de gosto exigente, que achou tudo tão feio no Rio, elogiou recentemente o livro de José Sarney.
Mas essa miopia de Lévy-Strauss é rara. Dificilmente se encontra algum estrangeiro que não se deslumbre com a paisagem carioca. Mesmo a poetisa Elizabeth Bishop redimiu-se. Como se sabe, ela é autora da famosa frase "O Rio é um cenário para uma cidade maravilhosa, mas não é uma cidade maravilhosa". Ao chegar, em 1951, achou “tudo tão sujo, tão desorganizado! Como é que eles conseguem viver aqui?”. Mas no final mudou completamente de opinião e confessou que a cidade que ela tanto odiou ajudou-a a sobreviver. Outro dia, a propósito da campanha A Maravilha do Rio, fiz uma enquete num grupo: “Qual a paisagem de que você mais gosta?” Valia não só paisagem, mas também vista, cantinhos, pedaços ou aspectos da cidade. Vocês sabem qual foi uma das vistas mais votadas? Aquela que se tem da Lagoa ao sair do Túnel Rebouças. Pude constatar depois que outras pessoas achavam a mesma coisa. Alguém discorda?
O Rio tem uma paisagem para cada gosto. O problema é a paisagem humana. Como deixar de ser o belo cenário de uma tragédia? (Mas isso é para outra ocasião) Tom Jobim dizia que a melhor maneira de ser ver Nova York é de maca. Aqui, não: pode-se ver deitado, de lado, de cima, não importa, a beleza é a mesma, de preferência com curva. Oscar Niemeyer, poeta do concreto armado, tem razão ao fazer poesia com as palavras:
“Não é o ângulo reto que me atrai/Nem a linha reta, dura, inflexível, criada pelo homem/O que me atrai é a curva livre e sensual, /A curva que encontro nas montanhas.../Nas ondas do mar,/No corpo da mulher preferida”.
Até a volta, Cidade Maravilhosa.
12/12/2009
"A nossa bela vista", por Zuenir Ventura
11/12/2009
FÉRIAS!
Amigos,
a partir deste mês de dezembro entrarei de recesso aqui no blog com os posts de ruas inteiras, suas fotos e os textos que as acompanham. Ultimamente, este tipo de postagem, que é a essência do blog As Ruas do Rio, tem sido mais escasso devido à minha falta de tempo para dedicar-me a esta tarefa, pois ela é bem
trabalhosa - sem falar que aqui, a qualidade tem sido priorizada em detrimento da quantidade. Através de um simples hobby, passei a compartilhar muitas informações, opiniões e concepções próprias sobre diferentes aspectos da nossa mancha urbana carioca e tem me aparecido muitas pessoas bacanas e interessantes que se identificam com o trabalho, fidelizando-se bastante às postagens. À essa galera, que visita, comenta, manda e-mail, gostaria de dar meu obrigadão, realmente, à todos que contribuíram nesse ano de 2009 - e que têm contribuído - para que o As Ruas do Rio venha tendo seu reconhecimento no ramo dos blogs cariocas.
O blog As Ruas do Rio não deixará de ser atualizado, mas como vou estar distante do Rio por alguns meses, os posts serão menores ou já preparados com antecedência. Espero que, quem puder, continue entrando por aqui, porque vão pintar alguns posts legais, que vão trazer muitas informações também sobre assuntos de interesse comum! Além dos Panoramas Rápidos, que eu já venho publicando.
Eu volto depois do carnaval, trazendo, como sempre, as imagens das ruas do Rio - e de lugares inéditos, até então. Mantenhamos contato!
08/12/2009
O que os anos fizeram com a Ouvidor... (parte 2/2)
(Continuação...)
Adentrei a Rua do Ouvidor, passando pela Travessa do Comércio, esperei pelo menos uns dois minutos até o sinal da Primeiro de Março fechar para os pedestres, senti o forte ar-condicionado da Saraiva Mega Store do lado de fora, não resisti e entrei um pouco, saí novamente, esperei mais um pouco até poder cruzar a Rio Branco, tropecei em uma pedra na esquina com a Rua Uruguaiana, e lá avistei, ao fundo, o prédio do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ e, finalmente, o término da Rua do Ouvidor: eu estava já na outra extremidade. Reativando meus seis sentidos à análise, pude constatar uma diferença sonora bastante diferente daquela que existia no cruzamento com a Rua do Mercado. O.k., falar de freadas e buzinadas de ônibus não seria o mais aceitável, afinal, ambas áreas do Centro convivem com tal tipo de ruído; o barulho ali é humano. Poluição sonora mesmo, que dependendo do seu estado de humor, pode ser um prato cheio para a diversão – ou então, sinônimo de estresse.

APÓS A EXCURSÃO pelo cruzamento da Rua do Ouvidor com a do Mercado, fui em direção ao outro ponto de trabalho: o encontro da Ouvidor com o Largo de São Francisco. Antes com um visual clean, a Ouvidor agora é extremamente poluída - seja por sons, lixos ou visualmente falando. Ao fundo, o prédio do IFCS, da UFRJ.
"Cerveja, água, Skol, aqui comigo! É 2 reais!", grita um ambulante.
"Antena parabólica aqui na mão do camelô. Você vai ver os canais da TV à cabo diretamente dessa antena especial! Alô freguês, chega mais", berrava outro, em competição, desta vez em um auto-falante.
E é mate pra cá, R$ 1,99 pra lá, piratarias pra lá... Assim a Rua do Ouvidor termina, como se fosse uma espécie de camelódromo ambulante, já preparado sagazmente para qualquer tipo de aparição policial ou fiscalizadora. Mesmo sofrendo todos os riscos possíveis, os camelôs sorriem, dão gargalhadas, fazem piadas – parece que nada abala o bom humor do carioca. Nem mesmo o calor quase desumano do Centro da cidade. E os pedestres circulam em meio a esse muvuca, pedestres esses bem mais despojados que os que circulam pela região da Rua do Mercado; vestem bermudas, regatas, vestidinhos, sandálias rasteiras, Havaianas, refletindo bem o clima informal deste trecho da Rua do Ouvidor. O comércio legalizado também atende à clientela mais popular: lojas de calçados e tecidos recheados de promoção, os famosos “Chinas” com a dobradinha “ joelho mais refresco” por R$ 1,99, além de outros, tudo isso em meio a uma arquitetura também imponente, mas não tão conservada e valorizada como a dos arredores da Rua do Mercado. Entretanto, em meio ao caos, é impossível passar por ali e não achar graça em algo; mesmo com todas as adversidades, o carioca sabe divertir os pequenos detalhes do dia-a-dia.

ESTE TRECHO da Ouvidor tem de um tudo: papelarias, lojas de tecido, sebos e muito camelô. O tipo de comércio acaba sendo influenciado (e influencia!) o público da região, que é bem popular. As duas extremidades da Rua do Ouvidor são, de fato, muito distintas.
Dali eu saí com a cabeça a mil, com idéias e mais idéias sobre o que escrever, revendo as fotos registradas na máquina, e com um outro tipo de sentimento que nos foge, amiúde – o sentimento de íntima satisfação, de orgulho pelas minhas raízes. Ser natural de uma cidade que mistura, em um pequeno espaço territorial, diferentes funções, perfis sociais, aparências, e história, muita história, simboliza mais riqueza que muitas contas bancárias por aí afora...
06/12/2009
O que os anos fizeram com a Ouvidor... (parte 2/2)
(Continuação...)
Adentrei a Rua do Ouvidor, passando pela Travessa do Comércio, esperei pelo menos uns dois minutos até o sinal da Primeiro de Março fechar para os pedestres, senti o forte ar-condicionado da Saraiva Mega Store do lado de fora, não resisti e entrei um pouco, saí novamente, esperei mais um pouco até poder cruzar a Rio Branco, tropecei em uma pedra na esquina com a Rua Uruguaiana, e lá avistei, ao fundo, o prédio do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ e, finalmente, o término da Rua do Ouvidor: eu estava já na outra extremidade. Reativando meus seis sentidos à análise, pude constatar uma diferença sonora bastante diferente daquela que existia no cruzamento com a Rua do Mercado. O.k., falar de freadas e buzinadas de ônibus não seria o mais aceitável, afinal, ambas áreas do Centro convivem com tal tipo de ruído; o barulho ali é humano. Poluição sonora mesmo, que dependendo do seu estado de humor, pode ser um prato cheio para a diversão – ou então, sinônimo de estresse.

APÓS A EXCURSÃO pelo cruzamento da Rua do Ouvidor com a do Mercado, fui em direção ao outro ponto de trabalho: o encontro da Ouvidor com o Largo de São Francisco. Antes com um visual clean, a Ouvidor agora é extremamente poluída - seja por sons, lixos ou visualmente falando. Ao fundo, o prédio do IFCS, da UFRJ.
"Cerveja, água, Skol, aqui comigo! É 2 reais!", grita um ambulante.
"Antena parabólica aqui na mão do camelô. Você vai ver os canais da TV à cabo diretamente dessa antena especial! Alô freguês, chega mais", berrava outro, em competição, desta vez em um auto-falante.
E é mate pra cá, R$ 1,99 pra lá, piratarias pra lá... Assim a Rua do Ouvidor termina, como se fosse uma espécie de camelódromo ambulante, já preparado sagazmente para qualquer tipo de aparição policial ou fiscalizadora. Mesmo sofrendo todos os riscos possíveis, os camelôs sorriem, dão gargalhadas, fazem piadas – parece que nada abala o bom humor do carioca. Nem mesmo o calor quase desumano do Centro da cidade. E os pedestres circulam em meio a esse muvuca, pedestres esses bem mais despojados que os que circulam pela região da Rua do Mercado; vestem bermudas, regatas, vestidinhos, sandálias rasteiras, Havaianas, refletindo bem o clima informal deste trecho da Rua do Ouvidor. O comércio legalizado também atende à clientela mais popular: lojas de calçados e tecidos recheados de promoção, os famosos “Chinas” com a dobradinha “ joelho mais refresco” por R$ 1,99, além de outros, tudo isso em meio a uma arquitetura também imponente, mas não tão conservada e valorizada como a dos arredores da Rua do Mercado. Entretanto, em meio ao caos, é impossível passar por ali e não achar graça em algo; mesmo com todas as adversidades, o carioca sabe divertir os pequenos detalhes do dia-a-dia.

ESTE TRECHO da Ouvidor tem de um tudo: papelarias, lojas de tecido, sebos e muito camelô. O tipo de comércio acaba sendo influenciado (e influencia!) o público da região, que é bem popular. As duas extremidades da Rua do Ouvidor são, de fato, muito distintas.
Dali eu saí com a cabeça a mil, com idéias e mais idéias sobre o que escrever, revendo as fotos registradas na máquina, e com um outro tipo de sentimento que nos foge, amiúde – o sentimento de íntima satisfação, de orgulho pelas minhas raízes. Ser natural de uma cidade que mistura, em um pequeno espaço territorial, diferentes funções, perfis sociais, aparências e história, muita história, simboliza mais riqueza que muitas contas bancárias por aí afora...
O que os anos fizeram com a Ouvidor... (parte 1/2)
Lá se vai mais de um século e meio, quase, desde que a Rua do Ouvidor perdeu seu posto de “Leblon” do Rio colonial para tornar-se em mais uma das ruas antigas – e estreitas – do Centro da cidade. Os diferentes e variados sobrados existente ao longo da Ouvidor deixaram de ser as residências das camadas altas da sociedade e têm se transformado constantemente ao longo do tempo, seja na sua funcionalidade, estrutura e até mesmo em sua existência – que deveria ser perpétua.
E a pergunta fica: como está a Ouvidor hoje, nesse fim da década dos anos 2000? Muita gente passa diariamente por esta simpática via, mas não se dá ao luxo de observar suas disparidades e de como um mesmo logradouro pode ter a incrível capacidade – e potencial – de abrigar, em diferentes trechos, dezenas de funções, sonoridades e interesses que influenciam e muito na frequência da rua. Como muitas outras ruas cariocas, a do Ouvidor tem essa incrível particularidade.
Nessa análise, vamos passear nas extremidades da Rua do Ouvidor: a primeira, é o cruzamento com a Rua do Mercado, logo ali nas imediações da Praça XV; a segunda ponta, seria o seu encontro com a Rua Ramalho Ortigão, lá no Largo de São Francisco. Dois pontos bastante distintos, mas que mantêm um mesmo elemento em comum: a Rua do Ouvidor, como endereço oficial.
REPRESENTAÇÃO CARTOGRÁFICA das duas áreas trabalhadas e fotografas: as extremidades da Rua do Ouvidor.
A Ouvidor x Mercado poderia se passar tranquilamente por cenário de filmes e/ou novelas de época se não fossem os automóveis nada antigos por ali estacionados – mal, diga-se de passagem (confira na foto ao lado). Obstruindo o cruzamento, afinal, os trechos das ruas do Mercado e do Ouvidor que não dão acesso ao trânsito de veículos são justamente estes, os automóveis ali parados contrastam com a tranquilidade histórica remetida pelos belos sobrados da região. E o melhor: sobrados restaurados, devidamente pintados, sem aquela cara de imóvel caquético caindo aos pedaços. Eles têm vida, não só pela bela arquitetura realçada pelo toque de manutenção, embora, também, pelo tipo de significado que hoje eles possuem naquele espaço urbano.

A RIQUEZA DOS detalhes da arquitetura dos sobrados e a sua boa preservação estimulou a freqüência da classe média nesta esquina, não só nos dias úteis, mas também nos fins de semana, inclusive. Os restaurantes e bares da área estão cada vez mais badalados, contribuindo diretamente com a estética urbana.
A maioria dos sobrados daquela área se dedica às atividades comerciais, mais especificamente falando, ao comércio dos
comes & bebes. Local estratégico, pois é justamente nesta localidade do Centro onde existem os maiores escritórios do ramo financeiro (a Bolsa do Rio fica a poucos metros dali) e é para esse festival gastronômico que os trabalhadores partem na hora do almoço ou após o expediente – happy hour mais carioca que este não há. Quando falo trabalhadores, não me refiro a qualquer tipo de trabalhador – na sua grande maioria, são aqueles compostos por executivos, trajados em terno, gravata, sapato, que só não andam impecáveis porque esse calorzão do Rio não permite. Por outro lado, as mulheres também não cometem deslizes: terninhos, saltos altos e óculos – escuros, é lógico. A esquina Ouvidor x Mercado atinge um público-alvo baseado na classe média para cima, público este que acaba sendo refletido não só pelo comércio (como o restaurante árabe Al Khayam e a livraria Folha Seca, ali pertinho também) mas pela boa limpeza local, como um todo.

A REGIÃO, QUE é conhecida como o pólo bancário do Centro do Rio (a Bolsa fica logo ali, veja na 3ª foto), teve, ao longo desta década, seu tipo de serviços modificado para atender ao perfil de público que circula por ali, isto é, um perfil menos popular que o das demais áreas.
O cuidado dado às calçadas e aos paralelepípedos também são dignos de uma área melhor preservada, e isso não é exatamente graças à boa vontade do povo, mas sim à de quem planeja, executa e fiscaliza...
04/12/2009
Panoramas Rápidos (5) | Grajaú

O VISUAL DA foto fica localizado na Praça Edmundo Rêgo, no bairro do Grajaú, na Zona Norte do Rio. Aos feriados e domingos, essa simpática praça lota de crianças e de pessoas das mais diferentes idades. Rolam atividades ao ar livre, barraquinhas de artesanato e passeios à cavalo. Tudo ali pertinho da Reserva Florestal, com vista espetacular para o Pico do Papagaio!
30/11/2009
Panoramas Rápidos (4) | Santa Teresa

ESSE É o Largo do Curvelo com a Rua Almirante Alexandrino, no bairro de Santa Teresa. Ali é a primeira parada dos bondes que partem do Largo da Carioca em direção ao bairro. Passeio ótimo para um dia de sol!




